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Kassab descarta Tarcísio para Presidência: “Página virada” para 2026, PSD mira Caiado, Ratinho e Leite

Kassab descarta Tarcísio para Presidência: “Página virada” para 2026, PSD mira Caiado, Ratinho e Leite

Kassab descarta Tarcísio para Presidência: “Página virada” para 2026, PSD mira Caiado, Ratinho e Leite

O cenário político para as próximas eleições presidenciais ganhou novos contornos com a declaração de Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e Secretário de Governo de São Paulo. Kassab afirmou categoricamente que a possibilidade de Tarcísio de Freitas (Republicanos) concorrer à Presidência da República em 2026 está descartada, tratando o assunto como uma “página virada”.

A decisão ocorre em meio a articulações partidárias e à consolidação de outras candidaturas. Kassab destacou que, embora um governador de São Paulo bem avaliado sempre gere especulações presidenciais, Tarcísio tem manifestado sua decisão de não almejar o cargo máximo do país, preferindo focar em um segundo mandato no governo paulista.

A informação foi divulgada em entrevista ao programa Canal Livre, da Band, neste domingo, 8. Kassab também adiantou que o PSD lançará seu próprio candidato ao Planalto, apesar de prever apoio a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno. Conforme informação divulgada pelo jornal, a legenda tem três nomes fortes em seu radar: os governadores Ronaldo Caiado (Goiás), Ratinho Júnio (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).

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PSD mira candidatura própria e articula nomes de peso para 2026

Apesar de Tarcísio de Freitas ter sido cogitado como um nome de centro com potencial para disputar a Presidência, sua candidatura foi oficialmente descartada por Gilberto Kassab. O presidente do PSD ressaltou que a decisão de Tarcísio em não concorrer ao Planalto é firme, e que o partido já está focado em definir seu próprio representante para a corrida presidencial.

Kassab mencionou que a filiação de Ronaldo Caiado ao PSD, após deixar o União Brasil com o objetivo de concorrer à Presidência, foi um movimento “mais ou menos coordenado” e fruto da concordância com a decisão do partido de caminhar com Tarcísio em São Paulo. Essa articulação demonstra a estratégia do PSD em fortalecer suas bases e projetar lideranças regionais para o cenário nacional.

PSD consolida força com 887 prefeituras e seis governadores

O PSD se apresenta como uma força política consolidada no Brasil, sendo o partido com o maior número de prefeituras, totalizando 887. Além disso, a legenda comanda seis dos 27 governos estaduais. Os governadores que se filiaram ao PSD e são citados como potenciais pré-candidatos à Presidência são Ronaldo Caiado (Goiás), Ratinho Júnio (Paraná) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul).

A legenda também conta com o apoio de Raquel Lyra em Pernambuco, Marcos Rocha em Rondônia e Fábio Mitidieri em Sergipe. Essa expressiva presença em governos estaduais e municipais confere ao PSD uma capilaridade e relevância política significativas para as próximas disputas eleitorais.

Relação com o governo Lula e alinhamento com a direita

Apesar de se aproximar de pautas alinhadas à direita, o PSD mantém uma relação de participação no governo federal, comandando três ministérios na gestão do presidente Lula (PT). São eles: Agricultura e Pecuária, comandado por Carlos Fávaro, Pesca e Aquicultura, sob a liderança de André de Paula, e Minas e Energia, com Alexandre Silveira.

Essa dualidade de posições, com alinhamento a candidaturas de direita e participação no governo federal, demonstra a habilidade do PSD em transitar por diferentes espectros políticos, buscando sempre fortalecer sua base de apoio e ampliar sua influência no cenário nacional. A definição do candidato próprio à Presidência promete ser um dos pontos centrais da estratégia do partido para 2026.

Fonte: Gazeta do Povo